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	<title>Dê a mão para o futuro</title>
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		<title>COLETA SELETIVA EM BAIRROS TEM INICIO EM MARÇO</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 15:44:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexsandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[BARRA MANSA 
A partir do próximo mês, o programa Coleta de embalagens pós-consumo – Dê a mão para o futuro será implantado na cidade. O programa, que consiste na coleta de materiais recicláveis nas residências, será realizado pela prefeitura em parceira com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) e Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza e Afins (Abipla) e pretende atingir até o final do ano cerca de 40 bairros. 
Segundo o engenheiro responsável pelo programa de coleta seletiva de Barra Mansa, Sérgio Antônio ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BARRA MANSA <br />
A partir do próximo mês, o programa Coleta de embalagens pós-consumo – Dê a mão para o futuro será implantado na cidade. O programa, que consiste na coleta de materiais recicláveis nas residências, será realizado pela prefeitura em parceira com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) e Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza e Afins (Abipla) e pretende atingir até o final do ano cerca de 40 bairros. <br />
Segundo o engenheiro responsável pelo programa de coleta seletiva de Barra Mansa, Sérgio Antônio da Silva, a iniciativa faz parte do programa de coleta seletiva realizado pela Cooperativa de Catadores (Coopcat), que existe na cidade há cinco anos. “O programa tem importância ambiental, porque reduz a quantidade de lixo nas lixeiras, nas ruas e nos rios, o que polui o meio ambiente; tem a questão de retorno de embalagens, porque quanto mais recicla menos matéria-prima é retirada do ambiente; e tem também a geração de renda. Esperamos que com a coleta aumente no mínimo 40 postos de trabalho”, comenta Sérgio, informando que com a implantação do programa a expectativa é de duplicar o volume de lixo recolhido por mês. “Em 2009, a média mensal foi de 53 toneladas. Nossa meta é chegar a 100 toneladas por mês até o final de 2010 e a 200 toneladas até dezembro de 2011. Hoje, a coleta acontece em empresas, escolas, prédios e instituições. O material é recolhido, levado para cooperativa, os catadores separam os materiais, depois eles são prensados e depois são levados para reciclagem”, explica.<br />
Ele conta que será realizada uma educação ambiental para os moradores que participarem da coleta. “Uma equipe junto com o caminhão de coleta vai fazer o trabalho de porta em porta com um folder com instruções de como separar o material reciclável, horários que o caminhão vai passar, onde se deve deixar o material, entre outras coisas”, diz Sérgio, ressaltando que além de Barra Mansa Teresópolis e Niterói têm ‘Coleta de embalagens pós-consumo – Dê a mão para o futuro’. “Da nossa região, Resende está aguardando algumas decisões para implantar o programa. E o objetivo final é de formar uma cooperativa geral para que os materiais sejam vendidos com um preço melhor e a geração de renda aumente”, informa.</p>
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		<title>FUNCIONÁRIOS ADOTAM UNIFORMES À BASE DE GARRAFAS PET</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 13:34:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexsandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[ Mais de 4 mil garrafas de plástico, que poderiam estar poluindo o Ambiente, onde levariam 400 anos para se decompor, estão agora servindo como base para os uniformes dos 1.700 funcionários da ID Logistics no Brasil. A empresa francesa de logística adotou a reciclagem de materiais como um de seus pilares de sustentabilidade do negócio.
 Cada camiseta feita à base de garrafas PET evita que duas dessas embalagens sejam indevidamente descartadas. O tecido é composto por 50% de algodão e 50% de resina plástica.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria do PET ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>Mais de 4 mil garrafas de plástico, que poderiam estar poluindo o Ambiente, onde levariam 400 anos para se decompor, estão agora servindo como base para os uniformes dos 1.700 funcionários da ID Logistics no Brasil. A empresa francesa de logística adotou a <strong>reciclagem</strong> de materiais como um de seus pilares de sustentabilidade do negócio.</p>
<p style="text-align: justify;"> Cada camiseta feita à base de garrafas PET evita que duas dessas embalagens sejam indevidamente descartadas. O tecido é composto por 50% de algodão e 50% de resina plástica.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), o país consome anualmente cerca de 500 mil garrafas plásticas, das quais mais da metade já segue para Reciclagem. Portanto, se iniciativas como a da ID Logistics forem repetidas por apenas mais 100 empresas do mesmo porte, uma vez por ano, as outras 250 mil embalagens que hoje são jogadas nas ruas, córregos e aterros terão um destino correto.</p>
<p style="text-align: justify;">O diretor geral da ID Logistics no Brasil, Nicolas Derouin, ressalta que a atitude ambientalmente responsável ainda pode sair de graça para a empresa. &#8220;Reciclamos os materiais das nossas operações e geramos R$ 200 mil de receita por ano para financiar projetos como esse. É uma contribuição importante, porque a Sustentabilidade se baseia em três fundamentos: o meio Ambiente, as pessoas e o financeiro. Isso acaba com o mito de que ser ecologicamente correto custa caro. Todos podem fazer o mesmo e já!&#8221;, acredita.</p>
<p style="text-align: justify;">Para angariar os recursos para o projeto, a ID Logistics vem mobilizando seus funcionários para o reaproveitamento dos materiais. Cursos, oficinas e palestras ensinam que, além de ajudar a empresa, os profissionais ainda podem economizar em casa e até gerar uma renda pessoal extra. &#8220;Não compro mais sabão em casa e já ensinei até minha vizinha como fazer o produto em casa&#8221;, conta o auxiliar operacional Valdemiro de Souza.</p>
<p style="text-align: justify;">Seu colega Audimiro Oliveira completa: &#8220;Com o avanço da tecnologia, aproveitamos tudo. O que antes ninguém dava valor, até por não saber como aproveitar, hoje pode servir para muitas coisas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.elogieaki.com.br/" target="_blank">www.elogieaki.com.br</a></p>
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		<title>BILHÕES DE DÓLARES JOGADOS NO LIXO</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 16:49:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexsandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Camila Nobrega
Enquanto municípios brasileiros fazem malabarismo para dar algum destino às cerca de 170 mil toneladas de lixo produzidas no país diariamente (nada menos do que um maracanã de lixo por dia), milhares de toneladas de resíduos de outros países desembarcam em nossos portos todos os anos para se tornar matéria prima de indústrias. Só entre janeiro e dezembro de 2009, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) registrou a entrada de 141 mil toneladas de resíduos no Brasil, importadas com autorização do governo e anuência de órgãos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Camila Nobrega</p>
<p>Enquanto municípios brasileiros fazem malabarismo para dar algum destino às cerca de 170 mil toneladas de lixo produzidas no país diariamente (nada menos do que um maracanã de lixo por dia), milhares de toneladas de resíduos de outros países desembarcam em nossos portos todos os anos para se tornar matéria prima de indústrias. Só entre janeiro e dezembro de 2009, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) registrou a entrada de 141 mil toneladas de resíduos no Brasil, importadas com autorização do governo e anuência de órgãos ambientais para fins industriais. O valor é equivalente a US$ 104, 6 milhões, correspondente à compra de materiais que vão desde alumínio e plástico até cinzas de origem vegetal e aparas de papel. No mesmo período, o país exportou resíduos por um total de US$ 74, 2 milhões (144, 2 mi toneladas). Na opinião de especialistas e de alguns industriais, o comércio exterior de sucata — como a negociação é conhecida —, aponta um contra-senso, já que, como afirma o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Pet (Abipet), Auri Marçon, deixa-se de coletar lixo do país e gerar riquezas, para reciclar o que foi produzido em outros países. Em contrapartida, recicladores precisam recorrer à exportação para fazer a empresa sobreviver. Segundo Marçon, é necessário estabelecer uma legislação mais rígida para esse tipo de comércio no país, a fim de reduzir a importação de sucata. Para isso, porém, ele explica, seria necessário expandir as redes de coleta nos municípios e regularizar todo o sistema, com inserção dos catadores e fomento à reciclagem. Com isso, Marçon afirma que reduziríamos inclusive a importação ilegal de lixo, que ocorre nas brechas das leis e da fiscalização: — O comércio internacional de lixo é proibido pela Convenção de Basileia (leia no box abaixo). O que se pode importar é matéria prima para indústrias. Mas é muito difícil definir, e separar daquilo que é sucata. No caso das garrafas pet, para não serem barradas no porto, muitas empresas picam o material e exportam, em vez de mandá-las inteiras, o que poderia caracterizar lixo. Se não está claro, um fiscal não pode fazer nada. Muitos importadores conseguem entrada de material no país driblando as leis de fronteira devido a brechas como essa. Não é que seja propriamente ilegal, mas é algo questionável. Para Marçon, a importação de resíduos não é saudável para a indústria de reciclagem local, que precisa ampliar a escala para ter preços mais competitivos. Ele diz, porém, que é difícil convencer as empresas sem o apoio de uma política nacional: — Nada muda o fato de continuarmos jogando milhares de resíduos recicláveis nos aterros todos os dias. Mas, enquanto as indústrias investem em reciclagem, às vezes falta material. A Abipet tem uma posição contrária à importação, e fazemos conscientização das empresas, mas às vezes elas preferem importar, e não têm dificuldades para fazer isso — disse Marçon, que defende a importação apenas de materiais cuja oferta no país é insuficiente, mesmo com níveis altos de reciclagem, como é o caso do alumínio. Primeiro colocado no ranking de importações de resíduos, o alumínio é apontado como uma exceção na lista das “importações questionáveis”, já que possui alto índice de reciclagem no Brasil, mas precisa complementar o material para suprir a atividade industrial. Em 2009, foram importadas 59, 8 mil toneladas de alumínio, o equivalente a cerca de US$ 74,5 milhões. De acordo com o coordenador da Comissão de Reciclagem da Associação Brasileira do Alumínio, Henio de Nicola, o índice de reciclagem de latinhas, que é responsável por 50% da sucata de alumínio, é de quase 90%. Segundo ele, é necessário importar sucata para cobrir o gap existente na indústria nacional: — O consumo de alumínio está se restabelecendo após a crise econômica e é crescente. A indústria precisa de volumes de material que nem sempre são supridos pela oferta interna. Não se desperdiça quase sucata de alumínio, pois têm grande valor agregado. Mas a situação do alumínio é diferente dos demais resíduos. Nos registros de importação de 2009, constam materiais como plásticos (383, 5 mil toneladas a um custo de US$ 3,5 milhões) e aparas de papel ou cartão para reciclar (27, 3 mil a um custo de US$ 606, 8 mil), por exemplo. Boa parte desses materiais são encontrados com abundância nos aterros brasileiros e, na maioria das vezes, não podem ser aproveitados por estarem misturados a outras substâncias. De acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos (Abetre), aproximadamente 80% dos resíduos coletados no país vão parar em aterros, devido a ausência de coleta seletiva em 44% dos municípios e da pequena abrangência nas cidades em que há alguma iniciativa do poder público nesse sentido. Outro problema na questão da importação de resíduos é o fato de algumas empresas preferirem importar devido a preços mais baixos, como ocorre no caso da sucata oriunda da China, por exemplo. Esse movimento acaba desaquecendo o setor de reciclagem no país, como explica Edson Freitas, presidente da Associação dos Recicladores do Rio de Janeiro: — Muitas vezes, as indústrias preferem importar, mesmo havendo material disponível no país, por causa do preço. Nosso material não é tão competitivo porque não temos desoneração fiscal para a reciclagem. Aí abaixamos o preço e acabamos prejudicando os catadores, que acabam parando. Toda a cadeia fica prejudicada, mas se as empresas têm um canal mais barato, por que vão comprar da gente? — perguntou ele, que é diretor da empresa Brasil Pet e já exportou resíduos por falta de compradores no Brasil: — Não achava comprador por um preço mínimo. O governo precisa incentivar a indústria de reciclagem nacional. Em 2007, os recicladores de pet chegaram a exportar 50% da produção. Já vi muita empresa fechar por causa disso. Enquanto muitas indústrias brasileiras preferem importar para economizar, recicladores do país precisam recorrer à exportação para escoar a produção. Mesmo assim, a balança comercial da sucata no Brasil aponta um déficit de US$ 30, 4 milhões. A questão é tão delicada que, procuradas para falar do comércio internacional de sucata, as indústrias brasileiras costumam negar participação ou afirmam que só fizeram encomendas ao exterior por falta de material no Brasil. Apenas o diretor da indústria de reciclagem de pet Cadeia Produtiva de Reciclagem (CPR), Marcos Andriolo, disse que há casos em que as ofertas do exterior acabam ganhando prioridade: — Compramos alguns resíduos no ano passado, mas não temos o hábito, foi por uma boa oferta. Mas se a coleta seletiva não for ampliada, teremos que importar, porque a demanda continua crescendo. Na opinião do economista Sabetai Calderoni, presidente do Instituto Brasil Ambiente, trata-se de uma grande perda econômica. Segundo ele, é necessário que o governo brasileiro atente para essa questão, já que o Brasil poderia prover muito mais resíduos recicláveis para suas indústrias, se fosse aprovada a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que tramita no Congresso desde 1991. O economista lembra ainda que, além de reduzir a quantidade de lixo que é jogada nos aterros, o país poderia lucrar com o processo: — Por ano, perdemos cerca de US$ 10 bilhões no lixo. O setor privado tem se mobilizado com mais força, porque precisa da matéria prima. As indústrias de reciclagem mobilizam catadores de rua. Mas o poder público ainda se baseia em enterrar resíduos. Enquanto isso não mudar, o problema continua. Calderoni lembra que hoje já existem mais de 800 mil catadores de lixo cadastrados no país e que essa mão de obra poderia ser utilizada de forma a organizar a coleta nacional. Ele ressalta que, além dos ganhos econômicos, o lixo possui um valor social muito grande e pode gerar milhares de empregos formais no país.</p>
<p><strong>O Globo – RJ, </strong><strong>02/02/2010, </strong><strong>Razão social, 10 e 11</strong></p>
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		<title>PROJETO INCENTIVA MAIOR USO DE PAPEL RECICLADO</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 13:24:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexsandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a finalidade de promover maior uso de papel reciclado nos livros dos programas de distribuição de material didático do Ministério da Educação, a Comissão de Meio Ambiente e Defesa do Consumidor (CMA) poderá votar proposta do senador Renato Casagrande (PSB-ES) estabelecendo percentuais mínimos de uso de fibras do tipo pós-consumo em todos os livros adquiridos pelo Ministério
Pelo PLS 612 de 2007, no primeiro ano de vigência da lei o percentual será de 15% e subirá para 25%, nos livros adquiridos a partir de 2011. A exigência abrangerá todos os ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com a finalidade de promover maior uso de papel reciclado nos livros dos programas de distribuição de material didático do Ministério da Educação, a Comissão de Meio Ambiente e Defesa do Consumidor (CMA) poderá votar proposta do senador Renato Casagrande (PSB-ES) estabelecendo percentuais mínimos de uso de fibras do tipo pós-consumo em todos os livros adquiridos pelo Ministério</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo PLS 612 de 2007, no primeiro ano de vigência da lei o percentual será de 15% e subirá para 25%, nos livros adquiridos a partir de 2011. A exigência abrangerá todos os livros didáticos distribuídos pelos Programas Nacionais do Livro Didático (PNLD), para o Ensino Médio (PNLEM), para a Alfabetização de Jovens e Adultos (PNLA), bem como pelo Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE), organizados pelo Ministério da Educação.</p>
<p>Em sua justificação, Casagrande enaltece o alcance educacional e social dos programas do MEC, mas argumenta que eles poderiam conter, também, um componente de proteção ao meio ambiente graças ao uso de fibras originárias de matéria prima produzida no Brasil do tipo pós-consumo.</p>
<p>Segundo o senador pelo Espírito Santo, o Brasil recicla, anualmente, 40% de sua produção de papel e destina esse material à fabricação de embalagens ou de papel para fins sanitários.</p>
<p>- Sua utilização na fabricação do livro didático serviria para cortar custos de produção, além de fomentar a indústria de reciclagem de papel. Do ponto de vista da educação, o projeto colocará alunos em fase de formação de referências e padrões culturais de consumo em contato com material proveniente de práticas ambientais e de consumo corretas &#8211; explica Casagrande.</p>
<p>O senador Cícero Lucena (PSDB-PB) argumenta, em seu parecer favorável, que o Estado promove um amplo mercado consumidor para produtos reciclados que deve ser estimulado, de maneira a cortar custos e promover educação ambiental para crianças e jovens.</p>
<p>Para facilitar a operacionalização da proposta, ele apresentou emenda definindo prazos contados a partir da publicação da lei e não de anos determinados, como no projeto original, que previa a vigência da norma a partir de 2010. Assim, o percentual reciclado deverá ser de, no mínimo, 5% nos livros adquiridos até dois anos dessa publicação, 15% durante o terceiro ano e 25% a partir do quarto ano.</p>
<p>Depois de aprovada na CMA, a matéria seguirá para exame e votação na Comissão de Educação, em sistema de decisão terminativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.senado.gov.br/agencia" target="_blank">Agência Senado</a></p>
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		<title>RECICLAGEM GERA TRABALHO E RENDA</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 13:30:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Marta Nogueira, Jornal do Brasil
As medidas anunciadas pelo governo para beneficiar moradores de rua e catadores de papel, há dois dias, significam mais um passo no empenho de entidades e empresas rumo ao aprimoramento da coleta seletiva. Há um aspecto social expressivo no Brasil: o trabalho dos catadores de lixo que atuam em associações e cooperativas. O projeto Dê a Mão para o Futuro, criado pela Associação Brasileira de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), e composto por uma rede de colaboradores, pretende contribuir para a reciclagem, buscando recursos para ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marta Nogueira, Jornal do Brasil</p>
<p style="text-align: justify;">As medidas anunciadas pelo governo para beneficiar moradores de rua e catadores de papel, há dois dias, significam mais um passo no empenho de entidades e empresas rumo ao aprimoramento da coleta seletiva. Há um aspecto social expressivo no Brasil: o trabalho dos catadores de lixo que atuam em associações e cooperativas. O projeto Dê a Mão para o Futuro, criado pela Associação Brasileira de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), e composto por uma rede de colaboradores, pretende contribuir para a reciclagem, buscando recursos para construir instalações adequadas, adquirir equipamentos, capacitar profissionais e divulgar o projeto, gerando renda e trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">A iniciativa teve inicio em Santa Catarina, onde aumentou a renda dos catadores em quase 70%, qualificou 94% deles, duplicou a quantidade de material reciclável coletado e ainda obteve uma média de 18% de aumento de geração de emprego, superando todas as expectativas. O Dê a Mão para o Futuro, que está em fase de elaboração de metas, chegou ao estado do Rio com a parceria da Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza e Afins (Abipla). Segundo a associação, o momento é de unir forças entre poder público, indústria, comércio e consumidor.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto conta com a participação de todas as unidades envolvidas com a produção e reciclagem do lixo. Para resolver a questão das embalagens pós-consumo (plásticos, vidro, papel e metal), é preciso que toda a sociedade se mobilize – declarou a diretora de meio ambiente da Abihpec, Rose Hernandes – A população tem de adquirir o hábito de separar os materiais. Ao mesmo tempo, a coleta seletiva é de responsabilidade do poder público e deve ser realizada de forma abrangente e consistente, porque só depois de coletadas e triadas é que a indústria poderá recomprar as embalagens e dar a destinação ambientalmente adequada a elas.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas que optarem por comprar material reciclado diretamente de cooperativas de catadores de papel, agora, deverão receber descontos fiscais na incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), de acordo com o anúncio feito na quarta-feira pelo presidente Lula.</p>
<p style="text-align: justify;">– É um papel decisivo na indústria da reciclagem – disse o presidente, que também pediu aos movimentos sociais que preparem um projeto com as principais necessidades para que os compromissos sejam assumidos ainda em 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o representante do Rio do Movimento Nacional de Catadores de materiais recicláveis (MNCR), Sebastião Carlos dos Santos, existem atualmente mais de 40 mil catadores em atividade no estado, distribuidos em cooperativas, associações e avulsos. Eles trabalham nas ruas e em lixões e coletam de duas a três toneladas de material por mês.</p>
<p style="text-align: justify;">– Os que trabalham em cooperativas têm um salário relativamente mais alto do que os autônomos. Recebem de um a três salários mínimos. Porque o trabalho é mais qualificado e, assim, é possível produzir uma maior quantidade de produtos reciclados – disse Carlos dos Santos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tendência</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A consciência de que todos devem trabalhar em prol da conservação do meio ambiente é cada vez maior. Com isso, empresas, Organizações Não-Governamentais (ONGs) e entidades de diversos segmentos encontraram uma nova forma de obter status e se destacar diante de outras. A intenção é positiva e ajuda a disseminar a ideia.</p>
<p style="text-align: justify;">– Para entidades e empresas que mantêm a sustentabilidade entre seus valores, os desafios representam alavancas para a inovação – declarou Maria Eugenia Proença Saldanha, diretora executiva da Ablipa – É com esse espírito que temos trabalhado para contribuir para as indústrias que representamos.</p>
<p style="text-align: justify;">A preocupação com a qualidade das condições de trabalho também é crescente. “Não é difícil encontrar mulheres grávidas ou crianças catando lixo. Também faz parte do projeto fiscalizar e cuidar para que essas cenas não sejam mais frequentes. Além de capacitar, vamos incluir socialmente esses profissionais, tornando-os mais conscientes dos seus direitos e deveres”, destaca a executiva.</p>
<p style="text-align: justify;">A Rio Coop 2000, cooperativa que contém 51 catadores de materiais reciclados, acredita que o projeto trará bons resultados para a região. De acordo com o presidente José Luiz Estácio, a renda mensal dos trabalhadores varia entre R$ 530 e R$ 780. A produção é de 300 a 500 toneladas por mês.</p>
<p style="text-align: justify;">– Trabalhamos com vários tipos de materiais como pneu, plástico e papéis. A qualificação do profissional é importante, porque ele precisa entender a diferença entre os materiais que estão manuseando. Com isso, é possível obter resultados melhores – declarou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Panorama</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a Abihpec, atualmente, dos 5.563 municípios brasileiros, apenas 405 realizam programas de coleta seletiva. Somente 11% de todo o lixo urbano do país é reciclado, e a humanidade já consome 20% mais recursos naturais do que o planeta é capaz de repor.</p>
<p style="text-align: left;">Fonte: Jornal do Brasil &#8211; 24/12/2009 / <a href="http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/12/24/e24129642.asp" target="_blank">http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/12/24/e24129642.asp</a></p>
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		<title>CIDADES EM MOVIMENTO</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 12:41:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexsandra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[ *JOSÉ VALVERDE
27.01.2010 &#8211; DIARIONET
A população urbana já supera a rural em níveis mundiais desde 2007 e estima-se que, em 2030, dois terços da população global viverão em centros urbanos, conforme levantamento da Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, em 2000, a população urbana ultrapassou 2/3 da população total, e atingiu a marca de 138 milhões de pessoas, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
As cidades brasileiras foram se constituindo rapidamente sob a integral ausência de planejamento urbano. A opção pelas cidades considerou essencialmente as necessidades ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-779"></span> <strong>*</strong><em>JOSÉ VALVERDE</em></p>
<p>27.01.2010 &#8211; DIARIONET</p>
<p>A população urbana já supera a rural em níveis mundiais desde 2007 e estima-se que, em 2030, dois terços da população global viverão em centros urbanos, conforme levantamento da Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, em 2000, a população urbana ultrapassou 2/3 da população total, e atingiu a marca de 138 milhões de pessoas, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>As cidades brasileiras foram se constituindo rapidamente sob a integral ausência de planejamento urbano. A opção pelas cidades considerou essencialmente as necessidades humanas prementes de acomodação e bem-estar. O desequilíbrio desse processo afetou diretamente o meio ambiente natural. Foram alteradas as características geográficas de regiões, com a supressão da vegetação e impermeabilização do solo, a ausência de saneamento levou ao despejo inadequado de resíduos e efluentes nos rios e represas, afetando o abastecimento de água e a fauna aquática, a qualidade do ar ficou prejudicada por conta da emissão de gases de efeito estufa e de particulados oriundos da queima de combustíveis fósseis, que aumentam os problemas respiratórios, levando à morte milhares de pessoas todos os anos.</p>
<p><strong>ESTUDO</strong> &#8211; O quadro urbano desafia a construção de modelos eficientes, que suportem o crescimento das metrópoles, com destaque para o abastecimento de água de boa qualidade para o consumo humano, bem como para a gestão integrada dos resíduos sólidos gerados aos milhares de toneladas diariamente nas cidades.</p>
<p>A Agência Nacional de Águas (ANA) apresentou estudo dentro de um planejamento que se estende até 2025 sobre a demanda e a oferta de água nos maiores centros urbanos brasileiros. O trabalho indica, por exemplo, que a macrometrópole paulista, que reúne 180 municípios habitados por cerca de 30 milhões de pessoas, dispõe de redes de produção, infra-estrutura, serviços e transportes complexos. A área conta com alto nível de interdependência e o encaminhamento dos problemas urbanos e ambientais exige estratégias e soluções integradas e diferenciadas, requerendo um rol de políticas e arranjos institucionais não menos sofisticados.</p>
<p>No caso específico do abastecimento urbano, as projeções indicam que as demandas devem aumentar até 2025, motivando já nos dias de hoje notável esforço dos órgãos públicos, comitês e agências de bacia, concessionárias de serviços públicos e municípios, entre outros, para uma ação coordenada de planejamento e gestão dos recursos hídricos em nível regional. Ressalta o estudo o fato de a maioria das regiões metropolitanas dependerem – em certa medida – das mesmas fontes hídricas, cujo contexto tem sido motivo de conflitos e disputas.</p>
<p><strong>COLAPSO</strong> &#8211; Na outra ponta, o lixo tem colocado os grandes centros à beira de um colapso. Pontualmente, neste início de ano, temos presenciado o grande volume de lixo urbano descartado de maneira inadequada contribuir diretamente para os alagamentos provocados pelas intensas pancadas de chuvas, causando tragédias pessoais e prejuízos materiais incalculáveis.</p>
<p>A ausência de uma legislação nacional de resíduos representa o principal obstáculo para o enfrentamento eficaz e a implementação de um conjunto de iniciativas e o encadeamento de responsabilidades para transformar essa realidade negativa, que compromete gravemente a qualidade de vida nos ambientes urbanos, em ações que estimulem fundamentalmente a não-geração, redução, reutilização, reciclagem, e a queima com aproveitamento energético – considerando o controle das emissões.</p>
<p>O <em>Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil – 2008</em>, organizado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), demonstra o preocupante mapa da destinação final adequada dos resíduos urbanos, visto que, em 2008, cerca dos 55% dos resíduos domiciliares coletados nas cidades brasileiras foram destinados corretamente a aterros sanitários. O lamentável, é que os demais 45% dos resíduos urbanos foram enviados a lixões e a aterros controlados, formas ambientalmente inadequadas de descartes.</p>
<p><strong>PROCURA</strong> &#8211; A tendência é a de que a busca das pessoas pelos centros urbanos aumente ainda mais nos próximos anos em todo o mundo, pois é da essência humana buscar regiões em que se concentram as maiores atividades econômicas, onde a produtividade e a renda do trabalho sejam elevadas e a oferta de infra-estrutura (transporte, saneamento, segurança pública, redes públicas de saúde e educação, energia etc.) seja acessível e permita o máximo de satisfação pessoal e a garantia de sadia qualidade de vida.</p>
<p>Será desafiador, sobretudo, em relação à questão ambiental, para todos os entes governamentais, institucionais, empresariais e toda sociedade definir as regras que regerão a vida nos próximos anos em grandes centros urbanos. Assim, os recursos hídricos e resíduos sólidos, além de muitos outros temas intrínsecos à realidade das cidades, exigirão soluções que caminhem na direção da valorização do planejamento urbano, considerando integralmente a questão ambiental, juntamente com a implementação de políticas públicas que privilegiem a utilização de ferramentas tecnológicas que contribuam e garantam o pleno funcionamento das cidades e de suas superpopulações.</p>
<p><strong>*JOSÉ VALVERDE</strong></p>
<p>Pós-graduado: Especialista em Direito Ambiental &#8211; Pontifícia Universidade Católica de São Paulo &#8211; PUC-SP</p>
<p>Pós-graduando: Gestão Ambiental – SENAC-SP</p>
<p>Secretário Parlamentar do Gabinete Deputado Federal Arnaldo Jardim (PPS-SP)</p>
<p>Diretor do Departamento de Meio Ambiente e Membro do Comitê dos Jovens Empreendedores da <strong>Fedederação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) </strong></p>
<p>Diretor de Meio Ambiente e Turismo Sustentável da <strong>Federação de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de São Paulo (FHORESP). </strong></p>
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		<title>DESPERDÍCIO ZERO</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 14:48:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>

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		<description><![CDATA[Educação Ambiental
* Kit Resíduos nº 1 &#8211; Plastico &#8211; 2.862 KB arquivo.pdf para impressão
* Kit Resíduos nº 2 &#8211; Papel &#8211; 2.502 KB arquivo.pdf para impressão
* Kit Resíduos nº 3 &#8211; Vidro &#8211; 2.462 KB arquivo.pdf para impressão
* Kit Resíduos nº 4 &#8211; Metal &#8211; 1.847 KB arquivo.pdf para impressão
* Kit Resíduos nº 5 &#8211; Organico &#8211; 2.871 KB arquivo.pdf para impressão
* Kit Resíduos nº 6 &#8211; Resíduos de Saúde &#8211; 3.163 KB arquivo.pdf para impressão
* Kit Resíduos nº 7 &#8211; Agrotóxicos &#8211; 2.820 KB arquivo.pdf para impressão
* Kit Resíduos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Educação Ambiental</strong></p>
<p>* <a href="http://www.maoparaofuturo.org.br/admin/wp-content/uploads/2010/01/kit_res_1_plastico.pdf">Kit Resíduos nº 1 &#8211; Plastico &#8211; 2.862 KB arquivo.pdf para impressão</a></p>
<p>* <a href="http://www.maoparaofuturo.org.br/admin/wp-content/uploads/2010/01/kit_res_2_papel.pdf">Kit Resíduos nº 2 &#8211; Papel &#8211; 2.502 KB arquivo.pdf para impressão</a></p>
<p>* <a href="http://www.maoparaofuturo.org.br/admin/wp-content/uploads/2010/01/kit_res_3_vidro.pdf">Kit Resíduos nº 3 &#8211; Vidro &#8211; 2.462 KB arquivo.pdf para impressão</a></p>
<p>* <a href="http://www.maoparaofuturo.org.br/admin/wp-content/uploads/2010/01/kit_res_4_metal.pdf">Kit Resíduos nº 4 &#8211; Metal &#8211; 1.847 KB arquivo.pdf para impressão</a></p>
<p>* <a href="http://www.maoparaofuturo.org.br/admin/wp-content/uploads/2010/01/kit_res_5_organico.pdf">Kit Resíduos nº 5 &#8211; Organico &#8211; 2.871 KB arquivo.pdf para impressão</a></p>
<p>* <a href="../wp-content/uploads/2010/01/kit_res_6_res_saude.pdf">Kit Resíduos nº 6 &#8211; Resíduos de Saúde &#8211; 3.163 KB arquivo.pdf para impressão</a></p>
<p>* <a href="http://www.maoparaofuturo.org.br/admin/wp-content/uploads/2010/01/kit_res_7_agrotoxicos.pdf">Kit Resíduos nº 7 &#8211; Agrotóxicos &#8211; 2.820 KB arquivo.pdf para impressão</a></p>
<p>* <a href="http://www.maoparaofuturo.org.br/admin/wp-content/uploads/2010/01/kit_res_8_pneus.pdf">Kit Resíduos nº 8 &#8211; Pneus &#8211; 2.636 KB arquivo.pdf para impressão</a></p>
<p>* <a href="../wp-content/uploads/2010/01/kit_res_9_pilhas_baterias.pdf">Kit Resíduos nº 9 &#8211; Pilhas e Baterias &#8211; 2.654 KB arquivo.pdf para impressão</a></p>
<p>* <a href="http://www.maoparaofuturo.org.br/admin/wp-content/uploads/2010/01/kit_res_10_construcao_civil.pdf">Kit Resíduos nº 10 &#8211; Construção Civil &#8211; 2.909 KB arquivo.pdf para impressão</a></p>
<p>* <a href="../wp-content/uploads/2010/01/kit_res_11_embalagem_longavida.pdf">Kit Resíduos nº 11 &#8211; Embalagem Longa Vida &#8211; 2.472 KB arquivo.pdf para impressão</a></p>
<p>* <a href="http://www.maoparaofuturo.org.br/admin/wp-content/uploads/2010/01/kit_res_12_oleos_lubrificantes.pdf">Kit Resíduos nº 12 &#8211; Oleos Lubrificantes &#8211; 2.244 KB arquivo.pdf para impressão</a></p>
<p>* <a href="http://www.maoparaofuturo.org.br/admin/wp-content/uploads/2010/01/kit_res_13_lampadas.pdf">Kit Resíduos nº 13 &#8211; Lâmpadas &#8211; 2.497 KB arquivo.pdf para impressão</a></p>
<p>* <a href="http://www.maoparaofuturo.org.br/admin/wp-content/uploads/2010/01/kit_res_14_coleta_seletiva.pdf">Kit Resíduos nº 14 &#8211; Coleta Seletiva &#8211; 2.601 KB arquivo.pdf para impressão</a></p>
<p>* <a href="http://www.maoparaofuturo.org.br/admin/wp-content/uploads/2010/01/kit_res_15_laranja.pdf">Kit Resíduos nº 15 &#8211; Versão Laranja &#8211; 10.876 KB arquivo.pdf para impressão</a></p>
<p>* <a href="http://www.maoparaofuturo.org.br/admin/wp-content/uploads/2010/01/kit_res_16_azul.pdf">Kit Resíduos nº 16 &#8211; Versão Azul &#8211; 29.364 KB arquivo.pdf para impressão</a></p>
<p>* <a href="http://www.maoparaofuturo.org.br/admin/wp-content/uploads/2010/01/solar.pdf">Kit Resíduos nº 17 &#8211; Aquecedor Solar de Recicláveis &#8211; 11.378 KB arquivo.pdf para impressão</a></p>
<p>* <a href="http://www.maoparaofuturo.org.br/admin/wp-content/uploads/2010/01/kit_res_18_gibi.pdf">Kit Resíduos nº 18 &#8211; Gibi &#8211; 3.024 KB arquivo.pdf para impressão</a></p>
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		<title>SEMINÁRIO ESTADUAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS &#8211; MESQUITA</title>
		<link>http://www.maoparaofuturo.org.br/2010/01/11/a-importancia-da-coleta-seletiva-nas-industrias-e-a-participacao-dos-municipiosseminario-estadual-de-residuos-solidos-experiencias-de-politicas-municipais-promissoras/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 12:07:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[A importância da Coleta Seletiva nas indústrias e a participação dos  municípios: SEMINÁRIO ESTADUAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS &#8211; Experiências de políticas municipais promissoras.
Prefeitura Municipal de Mesquita
 Clique aqui para ver a apresentação

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A importância da Coleta Seletiva nas indústrias e a participação dos  municípios: <strong>SEMINÁRIO ESTADUAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS &#8211; </strong>Experiências de políticas municipais promissoras.</p>
<p>Prefeitura Municipal de Mesquita</p>
<p> <a href="http://www.maoparaofuturo.org.br/admin/wp-content/uploads/2010/01/MESQUITA-APRES-AMIGOS-CATADOR.pdf" target="_blank">Clique aqui</a> para ver a apresentação</p>
<p><a href="http://www.maoparaofuturo.org.br/admin/wp-content/uploads/2010/01/MESQUITA-APRES-AMIGOS-CATADOR.pdf" target="_blank"></a></p>
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		<title>TERESÓPOLIS &#8211; COLETA SELETIVA COMEÇA EM JANEIRO/2010</title>
		<link>http://www.maoparaofuturo.org.br/2009/12/29/coleta-seletiva-comeca-em-janeiro/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 14:26:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Caminhão já circula com informações
Foi lançado oficialmente na última semana o programa de Coleta Seletiva Solidária em Teresópolis. O caminhão da Prefeitura já circula pelos bairros atendidos pelo programa para divulgar os dias em que recolherá o lixo seco, como papel, plástico, vidro e metal. Os moradores também receberão em suas casas um informativo sobre a coleta, que começará em janeiro de 2010. O programa foi lançado oficialmente pela Secretaria de Meio Ambiente e Defesa Civil no Teatro Municipal.
A solenidade contou com as presenças do Prefeito Jorge Mario, Secretários Municipais, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Caminhão já circula com informações</span></strong></p>
<p><strong></strong>Foi lançado oficialmente na última semana o programa de Coleta Seletiva Solidária em Teresópolis. O caminhão da Prefeitura já circula pelos bairros atendidos pelo programa para divulgar os dias em que recolherá o lixo seco, como papel, plástico, vidro e metal. Os moradores também receberão em suas casas um informativo sobre a coleta, que começará em janeiro de 2010. O programa foi lançado oficialmente pela Secretaria de Meio Ambiente e Defesa Civil no Teatro Municipal.</p>
<p>A solenidade contou com as presenças do Prefeito Jorge Mario, Secretários Municipais, Vereadores e representantes da Abipla (Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza e Afins), da Abihpec (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos) e da empresa multinacional Tetra Pak.</p>
<p>Secretário de Meio Ambiente e Defesa Civil, Flavio Luiz Castro, faz apresentação do Programa de Coleta Seletiva Solidária &#8211; Foto: Marco EstevesMembros da Associação de Catadores Serrana ‘Reciclar é preciso’ e de Associações de Moradores também participaram da cerimônia. Na ocasião, foi assinado o Termo de Doação de Equipamentos para o trabalho da Associação de Catadores Serrana. Teresópolis é a primeira cidade do Estado do Rio de Janeiro a aderir ao projeto, iniciado em Santa Catarina.</p>
<p>O Programa Municipal de Coleta Seletiva Solidária tem como finalidade proteger o meio ambiente, realizar inclusão social, através da geração de empregos para os catadores, e possibilitar a maior longevidade do aterro sanitário, além de reaproveitar os materiais recicláveis.</p>
<p>“Este lançamento é uma grande vitória para nós do Governo, para os catadores da Associação e para a população, pois todos ganham com a coleta seletiva. Formamos a Associação de Catadores, adquirimos o caminhão e estamos realizando cursos de capacitação de gestores”, ressaltou o Secretário de Meio Ambiente e Defesa Civil, Flavio Luiz Castro, lembrando que o programa atenderá 12 bairros a princípio, além de escolas e grandes geradores da região, como empresas, órgãos públicos e comércio em geral, mas a expectativa é ampliar esse número.</p>
<p>As pessoas também podem depositar seu lixo seco nos ecopontos que serão espalhados pela cidade, inclusive no interior. A previsão é de que nos próximos dois anos sejam instalados 80 ecopontos em Teresópolis. Quem tiver dúvidas sobre a coleta seletiva ou sobre qualquer outro assunto relacionado à Secretaria de Meio Ambiente e Defesa Civil, pode ligar para 2742.7763.</p>
<p>Na ocasião foi apresentado o vídeo institucional da Prefeitura que será veiculado nas tvs locais a fim de divulgar a forma como será feita a coleta seletiva. Os Vereadores Cláudio Mello, Cleyton Valentim e Waguinho também compareceram ao lançamento.</p>
<p><strong>Coleta Seletiva Solidária</strong></p>
<p>A coleta seletiva solidária será feita por caminhão específico da Prefeitura, sob o comando da Secretaria de Meio Ambiente. Serão recolhidos papel, papelão, garrafas de plástico e latas de cerveja e de refrigerante, entre outros materiais. A Secretaria de Meio Ambiente percorrerá as comunidades para distribuir panfletos e explicar aos moradores como a coleta será feita.</p>
<p>A coleta seletiva é chamada de solidária porque todo o material recolhido será entregue à Associação Serrana de Catadores, formada por cerca de 40 catadores. Os moradores devem separar o lixo seco do molhado. O lixo seco, formado por plástico, vidro, papel e metal, será recolhido pelo caminhão da coleta seletiva, que também vai recolher óleo vegetal. O lixo molhado, ou orgânico, continuará sendo recolhido pelos caminhões da Secretaria de Serviços Públicos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.portaltere.com/noticias/notictere00360_091229.htm" target="_blank">Portal Terê</a></p>
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		<title>Mesquita homenageia empresas parceiras do Coleta Solidária</title>
		<link>http://www.maoparaofuturo.org.br/2009/11/25/mesquita-homenageia-empresas-parceiras-do-coleta-solidaria/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 16:31:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-134 alignnone" title="not_coleta" src="http://www.maoparaofuturo.org.br/admin/wp-content/uploads/2009/11/not_coleta.jpg" alt="not_coleta" width="500" height="639" /></p>
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